Era manso o som que tocava naquela tarde cansada, como todos nós. Um sambinha tenro que saía da de uma das janelas daquele prédio enorme, velho, cansado. Fazia calor, estava na janela e os versos diziam:
“Dizem que nada é por acaso
Acredito no destino, mas decido quem sou eu
Não espero que a graça venha a mim
E eu corro da desgraça
Isso nunca vai ter fim
É destino conhecer minha Maria
Mas amar essa menina
Quem decide sou eu
Pois eu quero ter aqui felicidade
E viver toda a verdade
De amar o corpo teu
Há ali quem de fato eu desejo
Vive atrás daquele muro
A mulher dos sonhos meus
Chama Lívia, doce e tenra ela é
Uma beleza de mulher
De sorriso e rosto únicos
O destino não me ajuda agora
E não espero a hora
De ter Lívia pra mim
Como sou um guerreiro dedicado
Vou além daquele muro
Procurar o que é meu – ou pode ser.”

nossa ta de parabéns maninho o que vc escreve me deixa emocionada beijos te amo
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